domingo, 14 de dezembro de 2014

Muffins de Banana e Aveia



Ingredientes (12 unidades):

- 100 g de flocos de aveia
- 200 g de farinha sem fermento
- 1 colher de chá de fermento
- 1 colher de chá de bicarbonato de sódio (opcional)
- 1/4 de colher de chá de sal marinho
- 100 g de açúcar mascavado claro
- 4 bananas grandes
- 1 ovo
- 60 g de manteiga, margarina ou azeite
- 75 g de nozes picadas

Preparação:

1. Aqueça o forno a 180ºC;
2. Numa tigela grande misture os flocos de aveia, a farinha, o fermento, o bicarbonato de sódio, o sal e o açúcar;
3. Misture bem e faça um buraco no centro;
4. Noutra tigela, esmague as bananas com um garfo;
5. Misture um grande ovo batido e 60 g de manteiga derretida (ou margarina, ou azeite);
6. Junte à mistura seca com as amêndoas e envolva tudo, sem mexer demasiado;
7. Coloque a massa em 12 formas de papel e leve ao forno durante 20 a 25 minutos até um palito inserido no centro sair limpo.

Intolerância ao Glúten



O que é a intolerância ao Glutén?

O glúten é uma proteína presente no trigo e em outros cereais, como a aveia, a cevada, o centeio, o trigo emmer, o trigo kamut, o trigo espelta e o trigo triticale. Havendo uma predisposição genética, a ingestão de pequenas quantidades de alimentos que contenham glúten desencadeiam no intestino delgado uma inflamação crónica, que pode ocorrer em qualquer idade. Consequentemente as vilosidades intestinais desaparecem. Este processo é ainda acompanhado por uma série de sintomas que varia de pessoa para pessoa.

Num indivíduo saudável, a parede do intestino é coberta por vilosidades e microvilosidades, cuja função é aumentar a área de absorção de nutrientes no intestinal. No entanto, no celíaco, devido ao glúten, o revestimento mucoso do intestino é danificado e estas vilosidades ficam muito reduzidas. Devido a essa redução da área intestinal a absorção de nutrientes como proteínas, gorduras, hidratos de carbono, vitaminas e minerais, é limitada, originando má nutrição.

A doença celíaca é uma patologia autoimune (falha em uma divisão funcional do sistema imunológico chamada de auto-tolerância, que resulta em respostas imunes contra as células e tecidos do próprio organismo), caracterizada por uma intolerância ao glúten. Esta proteína induz a produção de anticorpos ao glúten, que agem no intestino delgado, danificando-o. Numa pessoa intolerante ao glúten, este provoca danos na mucosa do intestino delgado impedindo uma digestão normal (dificuldade de absorver os nutrientes dos alimentos, vitaminas, sais minerais e água).

A doença normalmente manifesta-se em crianças até um ano de idade, a partir do momento em que começam a incluir na sua dieta alimentos que levam glúten ou derivados. Mas em alguns casos, ela pode manifestar-se somente na idade adulta, dependendo do grau de intolerância. O atraso no diagnóstico pode levar a deficiências no desenvolvimento da criança e a diversas complicações.


Quais os principais sintomas?

Os sintomas principais são os gastrointestinais, como diarreia ou prisão de ventre. Mas são comuns ainda a perda de peso, distensão abdominal, inchaço das pernas, anemias e sinais de desnutrição calórica.


Como poder ser feito o diagnóstico?

Biópsia
Testes serológicos (TGA e EMA)
Teste genético

A doença celíaca é causada pela ingestão do glúten em indivíduos genteticamente predispostos. Embora possam existir outros genes envolvidos na intolerância ao glúten, vários estudos científicos referem que os alelos HLA-DQ2 ou HLA-DQ8 estão fortemente associados à doença celíaca.


Como pode ser feito o tratamento?

O tratamento da doença celíaca é relativamente "simples": uma dieta totalmente isenta de glúten.Uma vez que a alimentação é controlada e a proteína é excluída da dieta, os sintomas desaparecem, na maioria dos casos num curto intervalo de tempo. Logo em seguida, a mucosa do intestino delgado começa a se regenerar e o paciente tem a sensação de que está curado.

Intolerância à Lactose



De acordo com a Sociedade Portuguesa de Gastroenterologia, cerca de um terço da população Portuguesa sofre de intolerância à lactose. A intolerância à lactose é geralmente uma condição permanente, mas também pode ser a consequência temporária de uma infecção ou outra agressão à mucosa intestinal.

A intolerância manifesta-se por desconforto abdominal sobretudo após a ingestão de lacticínios, mas os sintomas podem ser evitados sem recorrer à eliminação dos alimentos lácteos, mantendo toda a riqueza e equilíbrio nutricional.


Onde se encontra a lactose?

Leite e derivados como iogurte, queijo. Os derivados contêm um teor de lactose menor que o leite, variável consoante o seu processamento.

Outros alimentos poderão ser fonte de lactose, por isso, deve sempre confirmar a presença/ ausência de lactose na lista de ingredientes. Estes são alguns exemplos:

  • Gelados
  • Cereais de pequeno-almoço
  • Alimentos ou refeições pré-cozinhados
  • Margarina
  • Maionese
  • Molhos
  • Bolachas
  • Bolos e doces
  • Frutas de conserva
  • Batatas fritas comerciais
  • Sopas instantâneas
  • Enchidos, salames, salsichas industriais
  • Xaropes e antibióticos líquidos
  • Preparados vitamínicos e minerais

O que é a intolerância à lactose?

A intolerância à lactose refere-se aos sintomas decorrentes da presença de lactose mal digerida no intestino. Para digerirmos a lactose necessitamos de uma enzima – a lactase – que tem a função de dividir a lactose nos seus componentes mais simples (glicose e galactose), permitindo a sua absorção para a corrente sanguínea.

Quando o organismo não produz lactase suficiente (hipolactásia ou deficiência da lactase), a lactose permanece “inteira” no intestino, podendo causar sintomas de desconforto abdominal, como dor, diarreia, náuseas, flatulência e/ou inchaço abdominal.

A deficiência de lactase raramente é total por isso, os que têm uma digestão limitada da lactose podem ou não experienciar os sintomas da intolerância.


Tipos de intolerânica à Lactose

A intolerância à lactose é geralmente uma condição que se adquire ao longo da vida, mas pode ser o resultado temporário de uma infecção ou lesão da mucosa intestinal.

- Intolerância à lactose primária

É uma condição permanente. Esta condição é determinada geneticamente e tem origem na redução da actividade da lactase. Desenvolve-se naturalmente, ao longo do tempo, com a diminuição da produção de lactase desde a infância até à idade adulta. A quantidade de lactose que causa desconforto varia de indivíduo para indivíduo, dependendo da quantidade de lactose consumida, do grau de insuficiência da lactase e da composição nutricional do alimento no qual a lactose é ingerida.
Existem situações muito raras em que a criança nasce já sem a capacidade de produzir lactase, rejeitando o próprio leite materno. As crianças que nascem prematuramente estão mais predispostas a ter deficiência de lactase porque os níveis desta enzima só aumentam a partir do terceiro trimestre de gravidez.

- Intolerância à lactose secundária

É uma condição temporária. A actividade da lactase é reduzida devido a doenças ou lesões que prejudicam a mucosa intestinal (como por exemplo doença celíaca não tratada, doença de Chron, etc.). Quando a doença ou a lesão se cura, a actividade da lactase é recuperada.
A intolerância pode ser permanente se a lesão for irreversível, como acontece no caso de intervenção cirúrgica com ressecção intestinal.


Como é que a intolerância à lactose é diagnosticada?

A intolerância à lactose é difícil de diagnosticar apenas com base nos sintomas. Algumas pessoas podem considerar-se intolerantes à lactose porque têm sintomas digestivos e, na realidade, não o ser. Para o equívoco contribuem outros factores que podem determinar os sintomas, nomeadamente, outras condições clínicas e factores de ordem social e cultural.

Um estudo com 45 pessoas alegadamente intolerantes à lactose e sem outras patologias, sugeriu que os sintomas poderiam ser aprendidos socialmente. Os sujeitos do estudo consumiram leite normal e leite sem lactose alternadamente, em três dias diferentes, sem ter conhecimento do tipo de leite que estavam a beber. Resultou que um terço dos sujeitos declarou sintomas de intolerância com os dois tipos de leite, confirmando que os seus sintomas não podiam ser devidos à lactose e sugerindo que poderiam ser aprendidos socialmente.

Para evitar (auto-)diagnósticos incorrectos e alterações alimentares desnecessárias, é essencial consultar o médico e fazer testes específicos para determinar a intolerância à lactose, que podem ser: biopsia da mucosa intestinal, doseamento do açúcar no sangue ou teste respiratório de hidrogénio, sendo o último o mais utilizado por ser o mais simples e simultaneamente o mais rigoroso.

- Teste respiratório de hidrogénio

Após ingestão de uma bebida com lactose dissolvida, doseia-se o hidrogénio no ar expirado em intervalos regulares. Em condições normais, a quantidade de hidrogénio detectável na respiração é muito pouca, mas quando a lactose não é digerida produzem-se elevados níveis de hidrogénio, devido à fermentação no intestino. O hábito de fumar, alguns alimentos e alguns medicamentos podem interferir com a precisão dos resultados – por esta razão, antes de fazer o teste, o médico deve despistar estes factores confundidores.


Leite: Alergia ou Intolerância?

Intolerância ao leite (lactose) não é o mesmo que alergia ao leite, mas muitas vezes os termos alergia e intolerância são confundidos e utilizados para descrever a mesma situação. É importante saber distingui-los porque têm origens e efeitos diferentes e, consequentemente, requerem cuidados diferentes.
A alergia é uma reacção adversa do organismo que envolve o sistema imunitário; a intolerância é uma reacção adversa do organismo que não envolve o sistema imunitário, sendo a mais comum a intolerância à lactose.
A alergia às proteínas do leite de vaca (PLV) é mais comum na infância, quando o sistema imunitário é imaturo e mais susceptível aos antigénios alimentares. Os sintomas podem ser cólicas, vómitos, diarreia ou obstipação, dermatite atópica, inchaço nos lábios ou pálpebras, nariz entupido, tosse, entre outros. Na presença de qualquer um destes sintomas, consulte o pediatra para obter um diagnóstico seguro e um acompanhamento adequado. O prognóstico a longo prazo da alergia às PLV é positivo, sendo que 80-90% das crianças adquirem naturalmente tolerância às proteínas do leite até aos 5 anos de idade.


Como se trata a intolerância à lactose?

A intolerância à lactose pode ser tratada de forma simples, embora a actividade da lactase não possa ser restituída. Nos casos de deficiência de lactose secundária, a recuperação da actividade da lactase depende do tratamento da causa subjacente.
Os sintomas de intolerância à lactose podem ser eliminados com a redução ou eliminação da ingestão de lactose, consoante o grau de intolerância.


Texto retirado de Mimosa

sábado, 13 de dezembro de 2014

Arroz Chau-Chau



Ingredientes:

- 50 g arroz agulha
- 8 ovos
- 120 g de manteiga
- 250 g de carne de aves (cozida ou assada)
- 150 g de carne de porco (frita)
- 100 g de fiambre
- Noz(es) picada(s)
- Amêndoa pelada ralada
- Sal q.b.
- Água
- 3 colheres de sopa de leite
- 1 ramo de salsa
- Pimenta recém moída q.b.

Preparação:

1. Coza o arroz num tacho com o dobro de volume de água temperada de sal (não mexa para o arroz ficar bem solto);
2. Mexa os ovos com o leite e 30 gramas de manteiga, numa frigideira grande;
3. Corte a carne de aves, a de porco, o presunto ou fiambre em bocados pequenos e junte aos ovos;
4. Numa frigideira, com a restante manteiga, coloque o arroz cozido, dê uma leve mexida e junte aos ovos;
 Envolva tudo, junte as nozes e as amêndoas e sirva bem quente.

Arroz Árabe



Ingredientes:

- Arroz branco agulha ou basmati
- Sumo de 1 limão
- 1 caldo de galinha desfeito numa caneca de água
- 1 colher de chá de mostarda picante (opcional)
- Amêndoas torradas sem pele q.b.
- Nozes q.b.
- Pinhões q.b.
- Cajus q.b.
- Sultanas q.b.


Preparação:

1. Coza o arroz em água abundante temperada de sal (quando estiver cozido escorra e reserve);
2. Entretanto faça um molho, aquecendo o caldo de galinha com a mostarda, o sumo de limão e o picante, se gostar; tempere de sal;
3. Num pirex disponha camadas de arroz regado com o molho e polvilhado com os frutos secos;
4. Leve a forno médio durante 5 a 7 minutos e sirva quente, a acompanhar um assado de porco, um frango assado ou um rosbife, por exemplo.

Empadão de Strogonoff



Ingredientes:

- Restos de carne 
- Restos de legumes
- Puré de batata q.b.
- Manteiga q.b.
- Queijo ralado q.b.


Preparação:

1. Corte a carne e os legumes em bocadinhos mais pequenos;
2. Prepare um puré de batata (que poderá ser instantâneo, para lhe facilitar e economizar tempo);
3. Unte um pirex com manteiga;
4. Disponha uma camada de puré, outra de carne e legumes e por fim outra de puré;
5. Polvilhe com queijo ralado e bocadinhos de manteiga;
6. Leve ao forno (cerca de 200 ºC) para gratinar, cerca de 20 a 25 minutos.

Risotto de Camarão



Ingredientes (para 4 pessoas):

- 500 g de camarões limpos
- 400 g de arroz agulha
- 1 dente de alho
- 1 molho de salsa
- 50 mL de azeite
- 30 g de manteiga
- 1/2 cebola
- Sal q.b.
- Pimenta q.b.

Preparação:

1. Refogue a cebola, o alho e a salsa, tudo bem picado;
2. Acrescente os camarões e tempere com sal e pimenta a gosto;
3. Deixe fritar mais um pouco e junte o arroz;
4. Deixe cozinhar, pondo de vez em quando uma concha de água a ferver;
5. Acrescente, no fim do cozimento, a manteiga;
6. Misture tudo muito bem e sirva.

Crepes - Receita Básica



Ingredientes:

- 1 pitada de sal
- 250 mL de leite
- Manteiga q.b.
- 12 colheres de sopa de farinha de trigo
- 3 ovos

Preparação:

1. Bata os ovos numa tigela com o sal, junte a farinha peneirada, misturando bem;
2. Adicione, aos poucos, o leite e continue a bater até obter uma massa lisa e homogénea;
3. Cubra a tigela e deixe a massa descansar por 30 minutos;
4. A seguir, bata a massa por mais alguns instantes.
5. Aqueça uma frigideira anti-aderente e pincele-a generosamente com manteiga derretida;
6. Retire a frigideira do fogo e despeje rapidamente uma concha da massa preparada;
7. Gire rapidamente a frigideira, inclinando-a em todas as direcções, de modo que a massa seja distribuída de forma homogénea e forme uma camada bem fina;
8. Volte a colocar a frigideira no fogo e deixe cozinhar o crepe, em fogo médio, até que o lado inferior esteja dourado e as bordas comecem a se desprender (este processo deve durar cerca de 1 minuto);
9. Vire o crepe com uma espátula, com um movimento rápido e firme (se preferir, use duas espátulas ou deslize o crepe para um prato, como se fosse um omelete, e volte à frigideira);
10. Cozinhe por 1 minuto e transfira o crepe para um prato;
11. Prepare os demais, do mesmo modo, até esgotara massa (mantenha a frigideira aquecida e pincele de vez em quando com manteiga).


Nota: Estes crepes podem ser acompanhados de sabores doces ou salgados, em qualquer refeição.

Bruschetta Tradicional de Tomate



Bruschetta é um antepasto italiano feito à base de pão, que é tostado em grelha com azeite e depois esfregado com alho. Há diversas variações, sendo bastante conhecida a bruschetta de tomate, que leva, por cima da fatia de pão, tomates e manjericão.


Ingredientes (12 Porções):

- 3 tomates, sem sementes e picados
- 1 cebola, picada
- 1 dente de alho, picado,
- 1/2 colher de chá de manjericão seco
- 1/2 colher de chá de orégãos secos
- 1 pitada de sal
- 1 pitada de pimento-do-reino moída
- 1 baguete
- 250 g de queijo mozzarella fresco, fatiado


Preparação:

1. Numa tigela pequena, misture o tomate, a cebola, o alho, o manjericão, os orégãos, o sal e a pimenta.
2. Misture bem, cubra e coloque no frigorífico;
3. Pré-aqueça o forno a 190ºC;
4. Corte a baguete em 12 fatias no sentido diagonal;
5. Coloque as farias numa assadeira e leve-as ao forno por 5 minutos, ou até que estejam douradas;
6. Baixe a temperatura para os 125ºC;
7. Passe a mesma quantidade da mistura de tomate em cada torrada;
8. Cubra cada fatia com uma fatia de queijo;
9. Coloque as fatias de volta no tabuleiro e leve ao forno para que o queijo derreta e comece a escorrer sobre o tomate (cerca de 2 minutos),
10. Sirva de imediato.

Crumble de Maçã




Ingredientes:

- 10 colheres de sopa de açúcar
- 12 colheres de sopa de farinha
- 150g de manteiga (ou creme vegetal)
- 4 maçãs (golden ou gala)


Preparação:

1. Misture, com os dedos, a manteiga já amolecida, o açúcar e a farinha (deverá obter uma massa arenosa e uniforme);
2. Descasque as maçãs que, depois de cortada em pequenos dados, é colocada no fundo de uma forma baixa;
3. Coloque a massa na forma, por cima da maçã, sem calcar;
4. Coza durante 25 minutos a 200ºC.